Este hábito é tão forte nas culturas, demonstrando que se não o fizer o pai mostra não amar o filho.
Mais que isso, os alimentos representam trocas de algo que fortalece essa relação. Chegar depois do canto ao aniversariante significa ter perdido a oportunidade.
Um aniversário, diz Damatta, depende dos outros para que o ego seja massageado, pois ninguém canta para si mesmo. De acordo com o livro "A sabedoria dos aniversários", esse hábito começou 3 mil anos antes de Cristo, e restrito aos faraós e deuses. Aos poucos foi sendo ampliado e depois recusado no início do cristianismo, por traduzir origens pagãs. No séc. IV d.C, a igreja começou a festejar o aniversário do Cristo, caracterizando o Natal.
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